terça-feira, 18 de junho de 2013

Criação e Evolução: quem está com a razão?

Criação e Evolução: quem está com a razão?

Questiona-se muito o fato de o universo ter sido criado por Deus. Muitos cientistas e professores apoiam a teoria do Big Bang e da evolução das espécies. Como a teoria criacionista e a evolucionista se opõem? Quem está com a razão?
Esse é um assunto vasto e polêmico, portanto não é possível abordá-lo em detalhes aqui. Falo melhor sobre isso no livro ‘Criação x evolução. Quem está com a razão?’. Mas vou tecer alguns comentários sobre o que os criacionistas e os evolucionistas dizem a respeito do surgimento do universo.
Os criacionistas, com base na revelação bíblica, defendem que o universo, tudo que nele há e o ser humano foram criados por Deus; que houve uma ação direta do Criador num tempo determinado para que tudo viesse a existir. Para eles, Deus criou o homem, os animais, a fauna e a flora, tudo conforme a sua espécie (Gênesis 1.11,12).
Já os evolucionistas — com base na teoria do Big Bang, acreditam que o universo surgiu a partir de uma explosão atômica. Eles dizem que a vida orgânica surgiu a partir da matéria inorgânica e que houve mutações e transmutações genéticas que deram origem às espécies e formas de vida mais complexas. Contudo, a matéria inanimada não pode gerar seres vivos, nem o inorgânico produzir o orgânico. Essas são as bases da teoria da biogênese.
Se a matéria inorgânica será sempre inorgânica e se o inanimado não poderá jamais produzir o animado, a teoria evolucionista é improvável à luz da ciência. Já o criacionismo é viável cientificamente, visto que Deus, um Ser vivo, criou o homem e todos os seres vivos (Gênesis 1.26).
A despeito disso, os evolucionistas rejeitam a revelação bíblica alegando que ela não é científica porque não os fatos narrados em Gênesis não foram contados por um observador presente na criação, e os eventos não são passíveis a testes pela ciência. Mas o fato é que a teoria do Big Bang e da evolução das espécies, de Darwin, também não são fatos científicos, uma vez que o Big Bang, que se presume ter ocorrido há bilhões de anos, não foi testemunhado por ninguém e que os processos evolutivos não são observáveis nem comprovados pela ciência. Tudo o que existe é especulação.
Além da teoria da biogênese, há três leis científicas que dão respaldo à teoria criacionista: a 1ª e a 2ª Lei da Termodinâmica, e a Lei de Causa e Efeito.
De acordo com a Primeira Lei da Termodinâmica, a energia não pode ser criada nem destruída; a quantidade total de energia no universo é sempre a mesma, podendo apresentar-se em formas diferentes.
A revelação bíblica não contraria em nada essa lei. Em Gênesis, é dito que Deus criou todas as coisas completas e acabadas. Como Criador, Ele estipulou a quantidade exata de energia no universo (Gênesis 1.31; 2.2). Em Eclesiastes (12.6,7), é dito que quando o homem morre, seu corpo (matéria) se decompõe, voltando ao pó, e que seu espírito (energia), volta a Deus que o deu.
A teoria evolucionista, porém, contradiz essa lei, pois os evolucionistas afirmam que a energia está em expansão, em evolução — o que também não pode ser comprovado pela ciência.
Além disso, de acordo com a Segunda Lei da Termodinâmica, o universo caminha de níveis organizados para níveis cada vez mais desorganizados.
Enquanto os evolucionistas dizem que o universo caminha de níveis desorganizados para níveis cada vez mais organizados, indo de encontro à Segunda Lei da Termodinâmica, os criacionistas concordam com essa lei, pois na Bíblia é dito que a criação de Deus era completa e perfeita mas, quando o pecado entrou no mundo, desorganizou todo o sistema. Toda a terra foi afetada por causa da desobediência do homem (Gênesis 3.17,18).
Por último, segundo a Lei de Causa e Efeito, nenhum efeito é quantitativamente maior e/ou qualitativamente superior à sua causa.
Os cientistas aceitam esse princípio. Contudo, a teoria da evolução sustenta que a matéria inanimada é a causa primária do universo e de vidas mais complexas do que ela. Cientificamente isso é impossível! O efeito não pode ser superior à causa; logo, novamente os evolucionistas batem de frente com o critério científico.
Já os criacionistas se coadunam com essa lei, pois, na Bíblia, Deus é revelado como um Ser único, vivo, grandioso, onipotente, onisciente, onipresente e eterno, que criou o universo e tudo o que nele há. Logo, pelas Sagradas Escrituras, entendemos que Deus é a causa primária, e o homem, o efeito.
SUGESTÕES DE LEITURA: Gênesis 1—3; Eclesiastes 12.6,7; o livro ‘Criação x evolução. Quem está com a razão?’, de Silas Malafaia, publicado pela Editora Central Gospel.

2ª Semana da Campanha "PESCA MILAGROSA"

2ª Semana da Campanha 

"PESCA MILAGROSA"

Neste domingo (23) a partir das 18:30h, ocorrerá a segunda semana da Campanha "PESCA MILAGROSA", no templo da Igreja Evangélica Ministério Internacional Getsêmani, localizada na Rua Santarém, 196 - Avenida Itabuna (em frente ao Colégio Estadual Eduardo Catalão), e sua presença será de fundamental importância para o abrilhantamento desta festa.
Na primeira semana da campanha que ocorreu domingo passado (16), Deus operou maravilhas. Tivemos a presença do cantor Raul Victor, do pastor Edmilson e sua esposa a cantora Cissy que deram demonstração de humildade e muita benção no meio do povo, finalizando com as canções do cantor adolescente Mizael, que fechou com chave de ouro. Deus foi realmente glorificado neste lugar.

Portanto, você não pode perder esta campanha que esta sensacional. Traga sua família!

veja algumas fotos do início da campanha..









Luiz Datena entrevista Magno Malta em programa especial

Luiz Datena entrevista Magno Malta em programa especial

Imagem: Divulgação

O apresentador José Luiz Datena foi a Brasília e entrevistou o senador Magno Malta (PR/ES) para um programa especial sobre a redução da maioridade penal. “Os parlamentares de Brasília precisam acordar”, disse Datena com indignação.
Magno Malta, que lidera a campanha nacional pela Redução da Maioridade Penal e defende a proposta sem limite de idade, explicou seu projeto, a forma de ressocializar os infratores e clamou pelo fim da impunidade. Porém, ao citar o assassinato de um jovem capixaba, não segurou às lágrimas. “Lágrimas de um lutador sem medo”, disse Datena.
Outro momento marcante foi a entrevista da deputada federal Keiko Ota (PSB/SP), que já sentiu a dor de perder um filho brutalmente assassinado por um menor de idade. Ela chorou e pediu o fim da impunidade.
Malta tem viajado pelo país em busca de apoio para a questão: mudar a Constituição ou alterar o Código Penal. “São duas visões, mas não podemos perder tempo, cada minuto é mais uma vítima fatal, é mais uma mãe chorando e a onda aumentando sem iniciativas que possam garantir tranquilidade para as famílias”, disse o senador.
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Fonte: Assessoria de Imprensa

Protestos no Brasil ganham destaque na imprensa internacional

Protestos no Brasil ganham destaque na imprensa internacional


Os principais jornais do mundo deram destaque nesta terça-feira (18) aos protestos que mobilizaram mais de 250 mil pessoas na noite desta segunda-feira (17) em várias cidades brasileiras, como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte e Porto Alegre.
O El País, da Espanha, estampou a manchete “Nossos 20 centavos são o parque de Istambul”, comparando os protestos contra o aumento das tarifas de transporte público às manifestações na Turquia contra a transformação de um parque em um centro comercial.  O jornal italiano Corriere della Sera destaca, também na capa, que os manifestantes protestaram contra o aumento dos preços das passagens de ônibus e os gastos públicos com a Copa do Mundo de 2014.  A matéria menciona ainda a afirmação do secretário-geral da Presidência da República do Brasil, Gilberto Carvalho, que disse que a presidente Dilma Rousseff está “preocupada” com os protestos.
A reportagem do jornal britânico The Guardian afirma que a maioria das manifestações começou de forma pacífica, mas ao longo dos protestos, houve enfrentamento entre manifestantes e policiais.  O jornal francês Le Monde publicou uma reportagem, em tópicos, destacando as manifestações em Brasília, São Paulo, no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte. A violência é ressaltada no texto e nas fotografias de manifestantes feridos. Há, ainda, menção ao jogo do Taiti e da Nigéria, em Belo Horizonte, na Copa das Confederações.
O jornal norte-americano The New York Times publicou texto com vários adjetivos informando que os manifestantes reclamaram do “alto custo de vida e gastos extravagantes” com a Copa do Mundo de 2014. O texto compara os protestos no Brasil aos ocorridos na Turquia, em Nova York e Oakland, nos Estados Unidos, na Espanha, na Síria, na Líbia, no Bahrein, no Egito e na Tunísia.
As mobilizações contra o aumento das tarifas do transporte público começaram no inicio de junho. Ao longo das manifestações, as bandeiras foram se multiplificando e os manifestantes passaram a protestar também contra a corrupção, gastos públicos com a Copa das Confederações e a Copa do Mundo, PEC 37 (proposta para restringir o pode de investigação do Ministério Público), entre outros. De maneira geral, os manifestantes tentaram se distanciar do partidos políticos e não se vincular às legendas. A internet e as redes sociais foram as principais ferramentas para a mobilização.
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Fonte: Época

Verdade sufocada: muitos homossexuais são contra o casamento gay

Verdade sufocada: muitos homossexuais são contra o casamento gay

Imagem: Divulgação

Vários países estão abrindo caminhos jurídicos para a aprovação do casamento entre pessoas do mesmo sexo e outros já oficializaram este tipo de união.
No Brasil, em maio, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou que todos os cartórios do país sejam obrigados a habilitar, celebrar o casamento civil ou converter a união estável em casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Nos Estados Unidos, duas possíveis decisões a serem tomadas pela Suprema Corte nas próximas semanas poderão acelerar a aprovação dos casamentos entre pessoas do mesmo sexo no país. Porém, apesar do forte ativismo dos americanos, muitos nos Estados Unidos são contra o casamento gay, e não fazem parte de comunidades conservadoras.
“Comprovadamente não é o mesmo que um casamento heterossexual, o significado religioso e social de uma cerimônia de casamento gay simplesmente não é o mesmo”, disse Jonathan Soroff. Ele é homossexual e vive com seu companheiro Sam em Massachusetts, no leste do país.
Assim como metade de seus amigos, Soroff é contra o casamento de pessoas do mesmo sexo. ”Não vamos procriar como um casal e, enquanto o desejo de demonstrar compromisso pode ser louvável, as tradições religiosas que acomodaram os casais de mesmo sexo precisaram fazer algumas distorções razoáveis”, afirmou.
Para Soroff, que escreve para o jornal Improper Boston, o objetivo é igualdade e não vale a pena se prender apenas a uma palavra.
A questão legal mencionada por Soroff se refere a análise de nove juízes da Suprema Corte americana sobre a constitucionalidade de uma lei federal que não reconhece o casamento entre pessoas do mesmo sexo, e, por isso, nega a eles os benefícios desta união.
Claudia Card, professora de filosofia da Universidade de Wisconsin-Madison, afirma que algumas lésbicas são contra esta união alegando razões feministas, pois acreditam que o casamento serve mais aos interesses do homem do que os da mulher. A professora afirma que a questão do casamento é uma “distração”.
Legba Carrefour, que se descreve como um “homossexual radical”, chama o casamento gay de “um modo de vida destrutivo” que produz famílias destruídas. ”Estamos a apenas uma ou duas gerações de distância de filhos vindos de casamentos gays que também são lares desfeitos”, disse.
Para ele, uma prioridade maior para a comunidade gay é combater o aumento da violência contra transexuais.
União civil
Na Grã-Bretanha, o colunista do Daily Mail Andrew Pierce foi chamado de homofóbico por ser contra o casamento gay, apesar de sua longa história de luta pelos direitos da comunidade.
Pierce acredita que as uniões civis, introduzidas na Grã-Bretnha em 2005 para garantir direitos iguais aos casais do mesmo sexo, já são o bastante.
Na França, homens e mulheres homossexuais se juntaram aos protestos contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo, introduzido neste ano no país (clique aqui e leia a matéria: Centenas protestaram contra casamento gay em Paris).
Deixe o seu comentário no Verdade Gospel.
Fonte: BBC Brasil

Globo se explica e adota medidas para proteger repórteres

Globo se explica e adota medidas para proteger repórteres

 
Os protestos que se espalharam pelo Brasil não reivindicavam apenas melhores condições no transporte público e o fim da PEC 37. Muitos dos manifestantes queixavam-se do tratamento dispensado pelas emissoras na cobertura do protesto, especialmente a Rede Globo.
Nesta segunda-feira (17), alguns manifestantes foram até a sede da emissora gritando palavras de ordem. O episódio foi exibido pelo “Jornal Nacional” ao vivo. O telejornal exibiu também uma espécie de editorial sobre o tema para garantir a isenção dos fatos que reporta.
Imagem: Reprodução(Youtube)
Repórter da Rede Globo trabalha com o microfone sem canopla
A apresentadora Patrícia Poeta reforçou a postura do jornalismo da emissora garantindo a imparcialidade na cobertura do movimento. “A TV Globo vem fazendo reportagens sobre as manifestações desde o seu início e sem nada a esconder. Os excessos da polícia, as reivindicações do movimento Passe Livre, o caráter pacifico dos protestos e, quando houve, depredações e destruição de ônibus. É nossa obrigação e dela não nos afastaremos. O direito de protestar e se manifestar pacificamente é um direito dos cidadãos”.
Apesar do pronunciamento, a Rede Globo passou a tomar cuidados especiais com seus repórteres de rua. Todos os jornalistas da emissora e da GloboNews que aparecem em frente às câmeras retiraram a canopla de seus microfones. A ideia é evitar protestos surpresa ao vivo e também preservar a integridade dos profissionais, que chegaram a ser alvo de xingamentos.
Veja o vídeo e deixe seu comentário no Verdade Gospel.

Promotor de justiça cancela casamento gay em SC

Imagem: Divulgação

Promotor de justiça cancela casamento gay em SC

O promotor de justiça Henrique Limongi cancelou um casamento gay em Florianópolis (SC) na última semana. Na habilitação de casamento, a autoridade escreveu que só prestigia união estável ou entidade familiar, se esta for composta por um homem e mulher. Ele argumentou que seguiu a lei em vigor, apesar de contrariar uma resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que autoriza os cartórios e o Ministério Público a aceitarem o casamento homoafetivo.
Para garantir o casamento, que estava marcado para o dia 22 de junho, Leandro Aparecido Gomes e o companheiro já gastaram cerca de R$ 10 mil, mas há uma semana, eles receberam uma ligação do cartório cancelando a união.
A Corregedoria-Geral da Justiça (CGJ) de Santa Catarina autorizou a partir de 29 de abril deste ano a formalização da união civil entre pessoas do mesmo sexo. Com a decisão, casais homoafetivos podem registrar a união em cartórios de registro civil. De acordo com a entidade, o registro poderá ser realizado sem a observância da limitação de gênero que impõe a legislação, mas ambos precisam residir no estado.
A linha de aceitação ao casamento gay tem sido adotada em quase todos os casos em Santa Catarina – no estado já foram registrados 44 casamentos em 12 municípios, inclusive em Florianópolis. Porém a lei pode ir contra a argumentação do judiciário, o que deixa nuances de contraditoriedade na argumentação da justiça brasileira.
Com a contradição entre judiciário e legislativo, fica a critério dos promotores, responsáveis por avaliar a legalidade de qualquer união, aceitar ou não a união independente do sexo. Cabe assim ao cartório seguir a decisão do promotor, e caso discorde, a entidade pode recorrer ao Ministério Público.
O G1 não conseguiu entrar em contato com o promotor de justiça Henrique Limongi.
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Fonte: G1

Nós evangélicos fizemos primeiro, só que de maneira pacífica

Imagem: divulgação

Com toda essa onde de protestos no Brasil, uma verdade precisa ser evidenciada. Contra fatos não existem argumentos! No último dia 5, em Brasília, evangélicos fizeram uma manifestação pacífica. Segundo a Polícia Militar, mais de 70 mil pessoas.
O pastor Silas Malafaia falou contra a corrupção, a tentativa de tirar a autoridade do Supremo Tribunal Federal e do Ministério Público Federal. Falou também em favor da família, liberdades de expressão e religiosa, da vida e contra o casamento gay.

Haddad admite rever valor da tarifa de ônibus em São Paulo

Governante disse que vai providenciar estudo sobre os impactos da redução

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O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, admitiu em reunião nesta terça-feira com representantes do Movimento Passe Livre (MPL) que avalia a possibilidade de rever o preço da passagem do transporte público na capital. O petista disse que a prefeitura vai fazer um estudo sobre o impacto na redução do preço em outros serviços públicos.

Segundo a assessoria de Haddad, a ideia é dialogar com a população como essa redução pode ser feita e verificar dentro da prefeitura de onde poderiam vir os recursos para subsidiar a queda no preço do transporte.

"O prefeito insiste em dizer que baixar a tarifa é tirar dinheiro da educação e saúde. Isso não é verdade. Basta diminuir o enorme lucro dos empresários, já que 70% do custo do transporte é pago pelo usuário, segundo a própria prefeitura", disse o MLP. O movimento reafirmou ainda que não vai sair das ruas enquanto a tarifa não baixar. Um novo ato foi marcado para hoje, com partida na Praça da Sé.

Cenas de guerra nos protestos em SP

A cidade de São Paulo enfrenta protestos contra o aumento na tarifa do transporte público desde o dia 6 de junho. Manifestantes e policiais entraram em confronto em diferentes ocasiões e ruas do centro se transformaram em cenários de guerra. Enquanto policiais usavam bombas e tiros de bala de borracha, manifestantes respondiam com pedras e rojões.

Durante os atos, portas de agências bancárias e estabelecimentos comerciais foram quebrados, ônibus, muros e monumentos pichados e lixeiras incendiadas. Os manifestantes alegam que reagem à repressão opressiva da polícia, que age de maneira truculenta para tentar conter ou dispersar os protestos.

Segundo a administração pública, em quatro dias de manifestações mais de 250 pessoas foram presas, muitas sob acusação de depredação de patrimônio público e formação de quadrilha. No dia 13 de junho, bombas de gás lacrimogêneo lançadas pela Polícia Militar na rua da Consolação deram início a uma sequência de atos violentos por parte das forças de segurança, que se espalharam pelo centro.

O cenário foi de caos: manifestantes e pessoas pegas de surpresa pelo protesto correndo para todos os lados tentando se proteger; motoristas e passageiros de ônibus inalando gás de pimenta sem ter como fugir em meio ao trânsito; e vários jornalistas, que cobriam o protesto, detidos, ameaçados ou agredidos.

No dia seguinte ao protesto marcado pela violência, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) declarou que via "ações coordenadas" oportunistas no movimento, reiterou "a defesa do direito de ir e vir" da população, mas garantiu que não permitirá que os manifestantes prejudiquem a circulação de veículos e pessoas. No mesmo dia, o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), afirmou que a polícia deve ser investigada por abusos cometidos, mas não deixou de criticar a ação dos ativistas.

As agressões da polícia repercutiram negativamente na imprensa e também nas redes sociais. Vítimas e testemunhas da ação violenta divulgaram relatos, fotografias e vídeos na internet. A mobilização ultrapassou as fronteiras do País e ganhou as ruas de várias cidades do mundo. Dezenas de manifestações foram organizadas em outros países em apoio aos protestos em São Paulo e repúdio à ação violenta da Polícia Militar. Eventos foram marcados pelas redes sociais em quase 30 cidades da Europa, Estados Unidos e América Latina.

As passagens de ônibus, metrô e trem da cidade de São Paulo passaram a custar R$ 3,20 no dia 2 de junho. A tarifa anterior, de R$ 3, vigorava desde janeiro de 2011. Segundo a administração paulista, caso fosse feito o reajuste com base na inflação acumulada no período, aferido pelo IPC/Fipe, o valor chegaria a R$ 3,40. "O reajuste abaixo da inflação é um esforço da prefeitura para não onerar em excesso os passageiros", disse em nota.

O prefeito da capital havia declarado que o reajuste poderia ser menor caso o Congresso aprovasse a desoneração do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) para o transporte público. A proposta foi aprovada, mas não houve manifestação da administração municipal sobre redução das tarifas.

http://www.istoe.com.br/reportagens/308016_HADDAD+ADMITE+REVER+VALOR+DA+TARIFA+DE+ONIBUS+EM+SAO+PAULO

Copa do Mundo só beneficia pessoas de fora, dizem manifestantes Brasil

As pessoas andam no Rio de Janeiro, Brasil, na terça, 18 de junho.  Brasileiros saíram às ruas em todo o país para protestar contra um aumento cento 9 em tarifas de ônibus.  Brasil é a construção de estádios enormes e renovar infra-estrutura antes da Copa do Mundo de futebol, que abriga o próximo ano.

Belo Horizonte, Brasil (CNN) - Às 11 horas, o cansaço e os feridos se reuniram em Belo Horizonte para uma última expressão de descontentamento.
Mais de mil sentou-se na Praça Sete de Setembro, uma praça no centro da cidade, cantando contra o governo ea polícia. Mas eles não eram só inimigo da multidão. Uma placa pendurada de uma varanda nas proximidades. Dizia: "Anti Copa." Na calçada as palavras "A Foda E FIFA" tinha sido pintado: "F *** You, FIFA," em Português. As estradas foram bloqueadas pela Polícia Militar, que observava os manifestantes de longe. Um banco de cavalos da polícia mastigado em pilhas de feno deixado por eles na estrada.
Daniel Sanabria, um técnico em seus 20 anos, estava nas proximidades embalando seu braço, um bloco de gelo em cima de um curativo sangrento. Ele tirou-o para revelar um feio vergão vermelho em sua mão esquerda. "A bala", explicou.
Aumento do preço minúsculo desencadeia enormes protestos
O dia era para ter sido uma espécie de coroação para Belo Horizonte, uma cidade relativamente calma e pequena - se uma população de 2,5 milhões de pessoas que jamais poderia ser chamado de pequeno - cercado por montanhas, a uma hora de vôo norte do Rio de Janeiro.
Seu famoso Mineirão estádio de futebol tinha acabado sediou sua primeira partida da Copa das Confederações de 2013, uma vitória por 6-1 para Africano campeões Nigéria contra a pequena ilha do Pacífico Tahiti. Foi um ensaio para Copa do Mundo do ano que vem que retornam ao Brasil pela primeira vez desde 1950, uma chance de provar que o país estava pronto para sediar torneio esportivo mais popular, o mais do mundo.
Em vez disso, helicópteros civis e militares sobrevoaram, estradas foram bloqueadas e policiais militares estacionados por toda a cidade como uma série de protestos desencadeados pela raiva sobre o custo de vida, a educação de má qualidade e altos custos de transporte ocorreram ao mesmo tempo em que o jogo.
A centelha inicial para os protestos foi o aumento das tarifas de ônibus em São Paulo. A raiva era tanta que, mesmo em um país muitas vezes caricaturado por sua deificação do futebol, a Copa do Mundo, seu primo substituto a Copa das Confederações e global Fifa do jogo, tornaram-se símbolo da corrupção e desperdício.
Os manifestantes acreditam que o torneio tem visto a linha de seus bolsos ricos, enquanto os pobres se contentar com o desmoronamento dos serviços públicos. A Copa do Mundo, ao que parece, provocou algo que tem estado adormecido por um longo tempo.
E este ano vamos subir. Temos de acordar. Estamos nas ruas como na Turquia e na Grécia. Eles nos fizeram acordar sobre isso.Tainara Freitas
"Tonight trata-se de todo o Brasil, estamos nos movendo contra a corrupção. Temos sofrido por muitos anos", disse Tainara Freitas, um professor que havia permanecido com o protesto até o fim.
"E este ano vamos subir. Temos de acordar. Estamos nas ruas como na Turquia e na Grécia. Eles nos fizeram acordar sobre isso. A Copa do Mundo no Brasil é de cerca de muito dinheiro. Há muitas pessoas pobres que sofrem . A Copa do Mundo não é bom para o Brasil. Ele vai trazer turistas e dinheiro, mas isso não é bom para os pobres ".
No começo do dia de 15.000 manifestantes marcharam em direção ao Mineirão como centenas de milhares de brasileiros saíram às ruas em todo o país nos primeiros protestos coordenados deste tamanho desde o fim da ditadura militar no Brasil em meados de 1980.
A polícia respondeu com gás lacrimogêneo, disparando balas de borracha contra a multidão e bater manifestantes que queimaram barricadas em troca. Eu assisti o desempenho corajoso do Tahiti em campo como os manifestantes se reuniram em frente, falando ao esporte escritor brasileiro Igor Resende na metade do tempo sobre o jogo e as razões para a raiva. Algumas horas mais tarde, ele estava no hospital depois de aparentemente ter sido baleado nas costas com uma bala de borracha.
"A polícia veio com uma força brutal", lembra Resende. "Eu não vi os manifestantes fazer nada. A polícia jogou uma bomba e explodiu no meio do protesto. Então, a polícia começou a atirar."
"Naquele momento eu apenas corri. Eu pensei que se eu olhasse para trás a polícia, provavelmente, me atirar de novo. Eu não acho que os policiais são bem preparados. Eles são mal remunerados. Eles têm uma vida ruim. Eles agem assim porque eles estão com medo. "
Mas Resende disse que tem dúvida de que a resposta da polícia foi relacionado para a Copa das Confederações.
"Eu falei com um dos maiores homens da polícia classificadas em estado ontem. Ele me disse que 3.500 policiais estavam nas ruas por causa do jogo. Eles estão agindo para evitar conflitos perto dos estádios. A polícia ea FIFA não quer que os manifestantes perto os estádios. "
Para a FIFA, que têm sido críticos da preparação do Brasil para a Copa do Mundo, os protestos são uma complicação indesejável para um torneio já muito atrasado. "As pessoas estão usando a plataforma de futebol ea presença da mídia internacional para fazer certas manifestações", disse o presidente da Fifa, Sepp Blatter, que, ao lado do presidente brasileiro, Dilma Rousseff, foi vaiado pela multidão na cerimônia de abertura, no sábado.
Falando em uma entrevista no Rio de Janeiro na segunda-feira, ele disse: "Você vai ver hoje é o terceiro dia de competição isso vai acalmar Vai ser uma competição maravilhosa.".
Mas os protestos não se acalmaram. No dia seguinte à entrevista de Blatter, as maiores manifestações ainda ocorreu. Sanabria e Freitas concordou que a Copa das Confederações, que continua por mais 12 dias, é uma oportunidade de fazer ouvir as suas vozes.
Perguntei-lhes tanto que enviou uma mensagem que queria enviar FIFA eo mundo do futebol.
"Por favor, por favor, faça mais pressão sobre o nosso governo, o governo brasileiro a olhar para nós", disse Freitas antes ela fez seu caminho de volta para o protesto, Sanabria ainda segurando a mão ferida.
"Eles estão procurando por pessoas de fora do país, eles não estão olhando para nós, para os pobres."

Os manifestantes têm agora a atenção do mundo.

Brasileiros lotam praça de Barcelona em apoio a protestos no País

Cerca de 500 pessoas se mostraram solidárias aos manifestantes no Brasil

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A Plaza Catalunya, ponto central de Barcelona sempre visitado por turistas, ficou verde e amarelo. Nesta terça-feira, cerca de 500 pessoas - na maioria brasileiros - participaram de um ato em solidariedade aos eventos que acontecem nos últimos dias em São Paulo e outras cidades do País contra o aumento das tarifas no transporte público, mas principalmente contra a repressão policial.


"Não é porque estamos longe que não apoiamos o Brasil", disse uma das manifestantes no centro do grande círculo que se formou no local. Entre cartazes escritos ali mesmo no improviso, a maioria dos manifestantes pediu atenção dos europeus aos acontecimentos no Brasil, criticou a realização da Copa do Mundo e até convocou Neymar, que recentemente foi contratado pelo grande clube da cidade catalã, o Barcelona: "Neymar, vem pra rua, porra!", dizia um dos cartazes.


A realização da Copa do Mundo em 2014 no Brasil foi o ponto central dos gritos de protesto: "Copa do Mundo eu abro mão, quero dinheiro para saúde e educação", repetiam os manifestantes.


Ao contrário dos primeiros confrontos vistos em São Paulo, a presença policial na praça não foi motivo de conflitos. A presença de oficiais - distantes dos manifestantes - não saiu da patrulha rotineira do ponto turístico.

http://www.istoe.com.br/reportagens/307974_BRASILEIROS+LOTAM+PRACA+DE+BARCELONA+EM+APOIO+A+PROTESTOS+NO+PAIS

REGISTRE SUA OCORRÊNCIA PELA DELEGACIA DIGITAL

Olá pessoal! Você sabia que pode registrar sua Ocorrência de qualquer lugar utilizando o site DELEGACIA DIGITAL da Secretaria da Segur...